Dados: 17/10/2026 04:00⌂ Portal
AMNeD

Painel de Ressonância Magnética de Encéfalo

Análise estratificada dos marcadores visuais de RM (atrofia, carga vascular, hidrocefalia) por perfil demográfico, estágio cognitivo, funcionalidade e gravidade de humor. Coorte de pacientes incluídos no estudo AMNeD com RM de encéfalo laudada.

1Filtros da coorte

Todos os painéis desta página respondem aos filtros abaixo. Selecionar nenhuma opção de um bloco equivale a “todas”. Categorias sem paciente na seleção atual ficam esmaecidas.

2Tabela — variáveis de RM por estrato

Cada variável de RM é apresentada com a distribuição de categorias dentro de cada estrato: n (% da coluna). Para escores ordinais há uma linha-resumo com mediana [P25–P75]. O valor de p compara os estratos (qui-quadrado ou Fisher para nominais; Kruskal-Wallis / Mann-Whitney para ordinais) e é exploratório, sem correção para múltiplas comparações.

3Perfil de neurodegeneração por estágio cognitivo

A neuroimagem acompanha o estadiamento clínico? Proporção de cada grau de atrofia dentro de cada faixa de CDR. Se a RM for informativa, a massa deve deslocar-se para a direita conforme o CDR aumenta.

MTA — atrofia mesial temporal (máximo D/E)

GCA — atrofia cortical global

Fazekas — carga de substância branca

Escores médios de RM por CDR

4Dissociação clínico-radiológica

Cruzamento entre comprometimento cognitivo clínico (CDR) e atrofia mesial temporal ajustada pela idade (cortes de Scheltens: ≥1,0 abaixo de 65 anos; ≥1,5 dos 65 aos 74; ≥2,0 dos 75 aos 84; ≥2,5 a partir de 85). Os dois quadrantes discordantes são os de maior interesse translacional: CDR 0 com MTA+ (candidatos a estágio pré-clínico, a acompanhar com biomarcadores) e CDR ≥0,5 com RM normal (comprometimento provavelmente não degenerativo, compatível com pseudodemência depressiva ou causa vascular/funcional).

Quadrantes CDR × MTA ajustado por idade

CDR soma das caixas × MTA médio

Cada ponto é um paciente. Dispersão vertical alta no CDR-SoB 0 indica atrofia sem tradução clínica.

5Hipótese da depressão vascular

A hipótese da depressão vascular (Alexopoulos, 1997) prevê que lesões isquêmicas de substância branca desconectam circuitos frontoestriatais e produzem depressão de início tardio com maior disfunção executiva e pior resposta a tratamento. Aqui: gravidade depressiva (MADRS e GDS-15) e funcionalidade (Pfeffer) através das faixas de Fazekas.

MADRS médio por Fazekas

GDS-15 médio por Fazekas

Fazekas por eixo diagnóstico

6Atrofia versus idade — desvio do esperado

A atrofia hipocampal é em parte fisiológica. Este gráfico separa o envelhecimento normal do patológico: a linha escalonada é o corte normativo de Scheltens por faixa etária, e os pontos acima dela são os pacientes com atrofia além do esperado para a idade.

7Mapa de associações RM × variáveis clínicas

Correlação de Spearman (ρ) entre cada escore ordinal de RM e cada variável clínica contínua, na seleção atual. Células destacadas têm p<0,05. Matriz exploratória para levantar hipóteses, não para confirmá-las.

ρ > 0 (azul) = escores crescem juntos. ρ < 0 (roxo) = relação inversa. Sem correção para múltiplas comparações — com 8 × 7 células, aproximadamente 3 resultados “significativos” são esperados apenas por acaso.

8Cobertura da RM na coorte e qualidade do laudo

Quem já realizou a RM, quem falta, e as inconsistências internas detectadas nos laudos. Use este painel para planejar a convocação e para corrigir o registro no REDCap.

Cobertura por grupo diagnóstico

Cobertura por estágio cognitivo (CDR)

Inconsistências no registro da RM

9Painéis sugeridos para as próximas etapas

Análises que os dados já permitem ou permitirão, ordenadas por valor para as perguntas de pesquisa do estudo guarda-chuva.