Marcadores visuais de RM (atrofia mesial temporal, cortical e parietal, substância branca, ventrículos, microssangramentos) cruzados com MADRS, GDS-15, ACE-R (total e cinco domínios) e MEEM. Coorte de pacientes incluídos no estudo AMNeD com RM de encéfalo lançada no REDCap. Escores recalculados item a item e RM lida pelo codebook.
Todos os painéis respondem aos filtros. Nenhuma opção marcada em um bloco equivale a “todas”. O ajuste por idade e escolaridade substitui o ρ de Spearman bruto pelo ρ parcial (resíduos dos postos após regressão sobre idade e anos de estudo). As comparações de grupo (seção 4) não recebem ajuste.
ρ de Spearman entre cada escore ordinal da RM (linhas) e cada escala (colunas). Azul = correlação negativa, laranja = positiva, cinza = nula. Nas escalas cognitivas (ACE-R, domínios, MEEM) maior escore é melhor, logo o esperado com atrofia é azul. Nas escalas de humor (MADRS, GDS-15) maior escore é pior, logo o esperado é laranja. Clique numa célula para abrir o par na seção 3.
Para cada grau do escore de RM: mediana (traço escuro), intervalo interquartil (barra) e cada paciente (pontos, com deslocamento horizontal aleatório para não se sobreporem).
Para cada achado (presente/alterado vs. referência): mediana [P25–P75] da escala em cada grupo, teste U de Mann-Whitney bilateral e r bisserial de postos (rrb = P(achado > referência) − P(achado < referência): positivo quando quem tem o achado tende a pontuar mais alto). Grupos com menos de 10 pacientes são sinalizados, pois o teste tem pouco poder e o efeito é instável.
Todos os testes da seleção atual, ordenados pelo valor de p. A coluna “leitura” traduz o sinal do efeito em linguagem clínica e avisa quando o sentido é contrário ao esperado.
A correlação depende da variabilidade disponível: escores concentrados no grau 0 (efeito piso) limitam o que pode ser detectado. Barras mostram quantos pacientes há em cada grau.